FEIRA DA LADRA
Quinta-feira, 10 de Fevereiro de 2011
A INIMIGA INTELIGÊNCIA (upgrade 2)
A única ferramenta que o homem tem ao seu alcance para se impor no meio ambiente onde nasceu será a sua capacidade de pensar com inteligência.
Inata ou desenvolvida, a inteligência quando colocada ao serviço do homem, do grupo social e da humanidade permite atingir padrões de qualidade de vida de nenhuma outra forma possíveis.
E por isso, julga-se nesta “Assistência”, aí residirá a Avaria do Sistema.
Numa realidade global, mas limitada e finita, seria racional esperar que a inovação tecnológica e a criação de micro-sistemas económicos trouxessem prosperidade, melhoria das condições de vida das populações e felicidade na face, no comportamento e na mente humana.
Mas não, comportamentos sociais aparentemente isolados (ou quanto muito limitados) mas potenciados a valores exponenciais por técnicas de marketing inteligentemente auspiciosas, transformam micro realidades em pandemias de comportamento irracional e epidémico de subversão política e social.
Pela natureza das circunstâncias questiona-se, então, se será este um Drama da Democracia Moderna (?…).
Ou talvez antes, uma manifestação potenciada de valor de resposta às “revoluções” da inteligência, do mesmo valor de grandeza “daquela” modernidade tecnológica, por parte de grupos conservadores do conceito político de sociedade e de Estado.
(…)
Eu, pessoalmente, penso na segunda alternativa;
Porque provavelmente diminui a amplitude do problema provocado por iniciativas comportamentais de “Política Cultural” que se inserem no âmbito do “Crime contra o Estado”.
Portanto (nesse segundo caso), sempre como “Antes” e “Depois”, “Política é Política” como “advocacia é advocacia” e “comércio é comércio”;
E deverão haver problemas mais graves, ainda menores, porque ainda faltará inventar esta modalidade de “Política na Engenharia” ou “Política na Saúde” ou “Política no Ensino”, entre muitos outros aspectos (…);
Ou seja, o problema (na nossa data TMG) ainda não será exactamente assustador.
(…)
Para criar um “Magistério Público” que professe Ideais de Justiça em Democracia e num Estado de Direito será preciso que “Alguém Unânime” defina qual o tipo e género de democracia e de sistema que queremos para Portugal;
Porque Isso nunca foi feito com a Unanimidade Necessária e de Forma Parcimoniosa;
Ou melhor, foi feito, mas quem o fez não concorda com o resultado final por si produzido e realizado (…), e “Assim” é difícil.
(…)
Entretanto, enquanto não descobrimos a “Penicilina” para essa “Doença” já conseguimos perceber que teremos que Gerir a Crise persistente ao nosso Micro Clima Político, Geográfico e Estratégico.
(…)
Muitas mais ideias, conversas e assuntos ficam para escrever sobre a inimiga inteligência no mundo, mas a tentativa foi boa e generosa.
(o que só por si já não é mau, para responder aos Profetas do Nosso Tempo que insistem no seu “Mau Feitio”)
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Quinta-feira, 6 de Janeiro de 2011
de:
Autoridade Nacional de Protecção Civil
de:
http://www.prociv.pt/AUTORIDADENACIONAL/Pages/Missao.aspx
Missão
Planear, coordenar e executar a política de Protecção Civil, designadamente, na prevenção e reacção a acidentes graves e catástrofes, de protecção e socorro das populações e de superintendência da actividade dos bombeiros.
(….)
Com a entrada em vigor da Lei n.º 27/2006, de 3 de Julho, que aprovou a Lei de Bases de Protecção Civil, foi redefinido o sistema de protecção civil, assumindo a Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) um papel fundamental no âmbito do planeamento, coordenação e execução da política de protecção civil.
Com do Decreto-Lei n.º 134/2006, de 25 de Julho, iniciou-se a implementação do Sistema Integrado de Operações de Protecção e Socorro (SIOPS), passo nuclear reformador da função socorro, definindo-se a organização operacional suportada na caracterização do território nacional e nas características estruturantes dos agentes de protecção civil.
A ANPC integra três direcções nacionais, para as áreas de recursos de protecção civil, planeamento de emergência e bombeiros, bem como a estrutura de comando do SIOPS.
A ANPC é um serviço central de natureza operacional, da administração directa do Estado, dotado de autonomia administrativa e financeira e património próprio, na dependência do membro do Governo responsável pela área da Administração Interna.
…”
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CADERNO DE PENSAMENTOS PESSOAIS:
(…)
De Facto, cada vez tenho mais “Brancas”…
E ainda não percebi de quem será a culpa fundamentada, mas acho que o “problema” deveria ser meu.
(culpa do Clopidogrel ??)
….
Eu sei que não é “grave” porque conheço bem a “situação” (…).
….
De quando em vez acordo com um pensamento inquieto e (potencialmente) “estranho”;
Mas como será possível que em Portugal um qualquer cidadão esteja exposto a um tão grande número de Ameaças Indiferenciadas (quanto à sua origem e natureza, ao tipo, ao modo e à intensidade) e sem que haja qualquer “esquema” de intervenção, protecção ou socorro (em aparência, realidade ou ficção) por parte de um qualquer “Público” Institucional, Público ou Privado ???...
(….)
Vou pensar (primeiro) se posso continuar a escrever estes (meus) “pensamentos”;
Mas responda quem souber a resposta certa.
(….)
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Quinta-feira, 11 de Novembro de 2010
THE OLD BAD BOYS (parte 2)
O Nome deste espaço de escrita tem uma razão de ser e um fundamento;
Na realidade até serão dois os motivos de tal “imagiologia” do pensamento;
Por um lado, a minha ascendente directa (uma querida mãe de berço e amor) Geriu naquele “Lugar” (em saudosos tempos idos) uma loja de animações e jogos 3D na área temática de política económica;
Numa segunda visão desta questão, a Política e a Moda Corruptiva respectiva pegaram em grande estilo (com o balanço do citado motor de arranque) numa marcha explosiva e “violenta” de motor de alta potência e “cavalagem”.
Feira da Ladra, portanto.
(…)
A situação política actual em Portugal e a sua metáfora com a fisiologia do funcionamento desta Feira é de tal ponto fiel e esclarecedora que poderia ser desnecessário acrescentar mais comentários adicionais.
A “Feira da Ladra” é, de facto, um símbolo sintomático perfeito para a política e para os políticos portugueses.
(nesta nossa actualidade "democrática")
A nossa situação política é de tal ponto caricata que os "eventos políticos" metem impressão e alergia ao mais insensível dos metálicos observadores;
O Divórcio Político é total e completo, as instituições políticas estão em (auto)gestão numa dinâmica de interesses pessoais, corporativos e privados;
A Causa Pública e a Ideologia do Sonho Português entraram em colapso (radical) próprio de um estado de choque cardiogénico severo.
O Projecto Político da Política e dos Políticos Portugueses “Colapsou em Combate” e os seus intérpretes requereram o respectivo Processo de Pensão de Preço de Sangue por "Feitos e Heroísmo em Combate".
(…)
E sempre que se “fala” nestes problemas solicita-se à nossa melhor imaginação a relação de soluções;
E não tenho grandes dúvidas que elas existem com toda a grande clareza.
Só será precisa (muita) imaginação e boa vontade de missionário para causas perdidas. (...)
No entanto, por agora, parece nítido só nos restar a solução de continuar a marcha e o “caminho” da razão e da lei legítima do Estado, da integridade do raciocínio político, da verticalidade e honestidade do procedimento, da dignidade pessoal e moral da cidadania consciente própria de uma comunidade de homens e mulheres que comungam uma história e uma cultura comuns, resultado desse pequeno pormenor de terem nascido no mesmo território Mátrio e falarem uma mesma língua comum.
(…)
Pós Escrita:
Parece não haver nada de novo e de especial para perceber;
Parece que tudo é óbvio, se por acaso (não) o fosse;
Parece que não temos (grandes) dúvidas;
Em Portugal e na sua Política só existe uma “Coisa” séria para seguir e respeitar “de perto” com fidelidade e empenho – o Estado Português e a sua legitimidade política, democrática e jurídica.
(etc. ..............…)
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(end of the item)
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Domingo, 24 de Outubro de 2010
THE OLD BAD BOYS (parte 1)
(…)
“… Eles não gostam daquilo que Nós fazemos, mas como eles (agora) somos Nós…
Nós não gostamos daquilo que eles fazem ao “nosso povo”, à nossa terra, à nossa cultura;
Enfim, a “Gente” somos Nós e sabemos bem o que é melhor para todos (entenda-se Nós), e não gostamos de nada em particular, e muito menos Deles;
É preciso manter um certo estado de coacção sempre latente.
… “
(…)
De forma simples está Tudo dito.
E é exactamente aquilo que parece.
Tudo o que nos últimos 36 anos tem acontecido em Portugal tem esta fisiologia de funcionamento político na sua base e origem.
O que pode parecer grande mentira, dadas as ocorrências em certos 10 anos do nosso funcionamento político global;
Mas não, tudo é exactamente igual àquilo que foi dito e escrito no parágrafo inicial;
O que poderá ser dito é que alguém percebeu em bom momento o que se estava a passar e pôs em acção essa mesma prática política e modalidade de acção em coordenadas políticas distintas;
Mas tudo exactamente igual, aliás o casamento político com o “Grande Chefe” foi total e perfeito na sua máxima eficiência e eficácia política (considerando ambas as duas considerações numa catarse perfeita).
(…)
E o que quererão estas novas personagens de uma Carbonária Pós-Moderna mas igualmente eficiente ???
Óbvia e naturalmente, querem o Poder Político em Portugal !!
Mas essencialmente querem o “Poder Total” de fazer tudo o que lhes aprouver em benefício e proveito (exclusivo) da manutenção da sua Coutada Política Privada.
Uma Empresa Política Familiar que lhes proporciona uma riqueza próspera e única, e que consiste na satisfação de todas as suas necessidades pessoais e privadas de forma fácil e exclusiva, sem dificuldades de maior ou percentagem de erro ou equívoco no resultado esperado.
Tudo sem falhas ou perdas inesperadas;
Tudo fácil e garantido para uma solução pessoal e familiar de riqueza política segura e exclusiva.
E sem admissão de (qualquer) concorrência em linha de vista.
(…)
E de que “Monarquia Tradicional” estaremos a falar “nós os outros” ??
Bom, eu não sei, mas no meu caso pessoal costumo anunciar que sou Católico Apostólico Romano;
Talvez seja isso…
É verdade, de facto, eu não sei se sei.
(mas fica para outra vez, a próxima)
(…)
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(end of the item)
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