domingo, 22 de Novembro de 2009

GLOBALIZAÇÃO E SECTORES DA ACTIVIDADE ECONÓMICA (2ª PARTE)

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BLOGUE “GLOBALIZAÇÃO NA SUA VIDA”



__> EUROPA O VELHO CONTINENTE

Actualmente o continente europeu é provavelmente o melhor local para se viver. 27 dos países europeus formam actualmente a UE, ou seja, o espaço de integração económica mais avançado a nível mundial.
Estes países possuem livre circulação de bens, serviços, capitais e pessoas. Dos 27, 13 têm a mesma moeda nacional, o Euro. Logo, existem políticas comuns como a monetária, a agrícola, de imigração, social e a das pescas.O grau de desenvolvimento humano, medido pelo IDH (Índice Desenvolvimento Humano), IDG (Índice de Desenvolvimento relativo ao Género) e IEG (Índice equidade de Género) de todos os países europeus pertencentes à UE é elevado.
A pobreza absoluta é muito reduzida, beneficiando do modelo social aplicado por todos os países da UE a todos os que não tenham condições mínimas de subsistência.O mercado único proporciona mais eventuais compradores do que nos EUA e a livre circulação aliada aos meios de transportes existentes, torna o comércio interno bastante elevado. A cidadania europeia permite acesso facilitado ao espaço nacional e mercado desses 27 países independentes.
Em termos mundiais, a ajuda ao desenvolvimento por parte de alguns dos países europeus tem ajudado os países mais pobres. Os acordos económicos, políticos e militares dos importantes centros de decisão afectam as periferias. A Europa pertence ao centro do Mundo e é o melhor local para qualquer imigrante viver.
Apesar de todas as coisas positivas, a Europa tem um lado negativo como:
PAC: A Política agrícola da União Europeia tem causado inúmeras polémicas, porque tem um orçamento demasiado elevado, não é eficientemente controlada e porque viola as leis de mercado ao impedir que concorrentes com custos de produção mais baixos coloquem os seus produtos no mercado europeu, o que não é bom para os próprios consumidores. No entanto, muitos agricultores dependem desse subsidio para sobreviver.
Modelo social europeu: Este modelo é provavelmente demasiado generoso, levando a que inúmeras pessoas vivam à custa dos que pagam impostos que assim se tornam demasiado elevados. Estes impostos elevados, até agora difíceis de reduzir, têm tornado mais rentável a deslocalização para locais como a Ásia e aumentado a taxa de desemprego da União Europeia.
Desigualdade entre países: Os países pertencentes à UE têm demasiadas assimetrias entre eles, o que causa problemas ao nível do estabelecimento de politicas comuns para as actividades económicas, sociais e educacionais. Países como Portugal ou a Roménia diferem muito de países como a Suécia e precisam de políticas próprias para se desenvolverem a todos os níveis.
Envelhecimento demográfico: O envelhecimento demográfico põe em risco todo o modelo social europeu, dado que a classe trabalhadora tem vindo a reduzir-se ao longo dos anos e tem sido sobrecarregada com impostos elevados e de uma reforma mais tardia. Para além disso, este envelhecimento demográfico obriga a uma politica migratória menos restrita, o que aumenta os problemas sociais de integração das minorias étnicas.

Dependência energética de combustíveis fósseis, o que fragiliza a economia do espaço comunitário em relação a crises petrolíferas.
Como soluções, a UE podia:
Reformular a sua política agrícola ajudando meramente os agricultores mais necessitados e mais competitivos.
Tornar o modelo social europeu mais equilibrado e em certos casos mais privatizado, permitindo uma descida de impostos que torne a economia mais competitiva.
Reduzir as assimetrias entre os países através dos mais jovens, apostando na educação e nas energias alternativas assim como na valorização dos produtos tradicionais de elevada qualidade.
Incentivar à natalidade dos cidadãos europeus através de subsídios à natalidade e licenças de parto mais alargados, assim como a salvaguarda dos direitos das mulheres grávidas, para permitir pelo menos a renovação de gerações.

(Publicado por Luís Filipe e André Dias)



__> “ QUE PAÍS É PORTUGAL ? ”
Podemos referir que Portugal actualmente tem cerca de 10 milhões de habitantes, uma densidade populacional baixa 114hab/km2.
A religião predominante é a católica romana (semelhante a Espanha, França, Itália e Bélgica).

Em termos sociais, é um dos países com maior taxa de desemprego total (cerca de 8.5%) e de desemprego entre os jovens activos entre os 15 e os 24 anos (15.9%) e apresenta uma percentagem de idosos significativa (17%). A taxa de natalidade é quase igual à taxa de mortalidade e o saldo migratório foi positivo até 2003 (data em que entrámos em crise económica).
Tradicionalmente Portugal é um país de emigrantes, possuindo comunidades importantes em países como o Canada, França, Alemanha, Brasil e EUA. No entanto, nos últimos anos e após a adesão à U.E, com o aumento do nível de vida, Portugal recebeu um número elevado de imigrantes provenientes da Europa de leste (Ucrânia, Roménia e Bulgária) e da CPLP (Brasil, Cabo Verde e Angola)
O principal sector de actividade é o sector terciário (serviços), com cerca de 2 800 000 trabalhadores, seguindo-se o sector secundário com cerca de 1 600 000 trabalhadores (indústria) e por último o sector primário (agricultura e pesca) com apenas 231 000 trabalhadores.
Em termos de finanças, Portugal tem uma dívida pública de 65%, um saldo orçamental de -3% e um PIB per capita em PPC de 65 (a média da EU é 100). Para além disso, a taxa de inflação (calculada pelo IHPC) é de 3%.
Em termos de dependência externa, Portugal realiza mais importações do que exportações, possuindo uma reduzida dependência Hídrica mas uma elevadíssima dependência energética em termos de petróleo, gás natural e carvão e consequentemente de electricidade. No entanto aposta em energias renováveis, principalmente a energia eólica.
Em termos de dimensão Portugal é um país pequeno (92 000 km2) e possuí uma variedade reduzida de recursos naturais. Apenas tem uma elevada disponibilidade hídrica, de rochas ornamentais, sedimentares e alguns minerais pouco explorados.
Em termos turísticos temos disponibilidade em termos de praias e turismo rural embora mal aproveitado sendo a oferta muito dirigida para o mercado interno.
A escolarização em Portugal, sobressai pela negativa. Em 2006, cerca de 39% das pessoas entre os 18 e os 24 anos tem apenas o 9º ano ou menos. No mesmo ano, apenas 3.6% dos adultos tinham uma profissão relacionada com o ensino (contra 12.2% em Espanha ou 29.1% no Reino Unido).
Terminado a parte expositiva do texto, é necessário entrar numa vertente cultural e de mentalidade, na qual tentarei analisar a população e a sociedade portuguesa, quer de uma óptica interna quer externa.
Em suma, Portugal não é um país “abençoado” com matérias-primas muito rentáveis, tem uma História complicada, foi colonialista mas desperdiçou dinheiro em excesso, endividando-se.
Saiu tarde de uma situação de ditadura fascista que lhe causou importantes atrasos ao nível da industrialização e do desenvolvimento, a religião católica romana representa cerca de 92.2% da população.
Por último, encontra-se na 29ª posição do IDH e aderiu à UE em 1986 e à moeda única a partir do ano 2000.
No entanto, Portugal apresenta problemas de desenvolvimento em relação aos restantes países europeus, algumas delas decorrentes de factos sociais, outras de políticas económicas incorrectas.

Assim, posso enumerar alguns problemas sociais com base em alguns provérbios e ditos populares da sociedade portuguesa:
“Faz o que eu digo e não o que eu faço”
“Quem espera sempre alcança”
“Devagar se vai ao longe”
“Tostão a tostão faz um milhão”
“Roma e Pavia não se fizeram num dia”
“Não deixes para amanhã o que podes fazer hoje”
“Quem não arrisca não petisca”
“Quem tudo quer tudo perde”
“A galinha da vizinha é melhor que a minha”
“Mais vale só, que mal acompanhado”
“Mais vale um que saiba mandar, do que cem a trabalhar”
“A culpa morre solteira”
Desta amostra popular, reparei que existem 4 provérbios que incitam à calma e à lentidão dos processos desejados e apenas um que incentiva o contrário.

Para além disso, o provérbio “faz o que eu digo e não faças o que eu faço”, na minha opinião enquadra-se perfeitamente na sociedade portuguesa actualmente.
Ou seja, as pessoas sabem o que está correcto (comprar papel reciclado, ajudar as pessoas, andar a pé, …) incentivam outras pessoa a fazê-lo mas muitas vezes não dão o exemplo. O mesmo se passa, por vezes por parte dos líderes políticos…
Outro provérbio interessante é: “quem tudo quer tudo perde”, dado que o princípio por trás do mesmo é o que mais vale não arriscar tudo, por medo de perder. É um bom princípio que pode evitar as pessoas de ficarem na miséria no entanto, é um tanto ou quanto anti-empreendedor.
Outro provérbio interessante é: “Mais vale um a mandar do que 100 a trabalhar”. É devido a esse princípio que temos os gestores comparativamente mais bem pagos da EU?
Por outro lado, as pessoas em Portugal, principalmente em Lisboa, vivem pouco em sociedade, têm dificuldade em iniciar relações ou mesmo conversas. Entre homens e mulheres, é difícil iniciar o princípio da amizade.
A sociedade em geral não está habituada ao mesmo… Daí o provérbio “solitário” de “Mais vale sozinho do que mal acompanhado”.
Um dito popular interessante é o de a culpa morrer solteira. Isto revela que em Portugal, a justiça apresenta problemas de funcionamento e as organizações ou pessoas, ludibriam a sociedade empurrando as culpas uns para os outros… Mais um princípio português preocupante.
Por último, a inveja vigora ainda bastante em Portugal. As pessoas têm uma tendência natural da qual nem sempre se apercebem para considerar a vida dos restantes como melhor que a sua. Quer no meio rural, onde as pessoas consideram as terras do lado melhores, quer no meio urbano onde as pessoas invejam o apartamento, o cão ou o dinheiro do “vizinho”.

Em relação às políticas económicas, é inevitável realçar a má aplicação dos fundos concedidos pela UE, fruto de um reduzido controlo governamental e de um factor social que é a inveja e a necessidade do bem individual, para “fazer inveja aos vizinhos”.
Por outro lado, a tradição industrial de produtos têxteis e o recurso à mão-de-obra barata, com a abertura das economias ao exterior têm prejudicado o sector industrial português. As exportações reduziram-se enquanto que as importações, principalmente chinesas aumentaram.

A produção de elevada qualidade é ainda muito diminuta em Portugal, que ainda não construiu a sua sociedade do conhecimento, baseada na exigência e sucesso escolar elevados necessárias ao progresso técnico.

O sector público tenta dinamizar as escolas de forma errada. Apenas a iniciativa privada tem contribuído para a construção de pólos de conhecimento como o Tagus Park, sendo no entanto apoiados pelo Estado. Estes pólos são aproveitados pelos diversos sectores da economia e contribuem para o aumento da competitividade, seguindo as regras de mercado capitalista.

Ao nível das restantes áreas, o sector privado, incapaz de criar consumo através da inovação e do valor acrescentado produzido internamente, optou pela facilitação de créditos e criação de empresas financeiras, aumentando o grau de endividamento das famílias. Numa primeira fase, estimula a economia, mas como consequência pode levar ao aumento do crédito mal parado e consequentemente à estagnação económica que cria desemprego.
Concluindo, Portugal é um país pequeno e fragilizado, sendo que tem gerido mal as suas fases de crescimento económico, não poupando o suficiente para o futuro, no qual haverá sempre uma fase de recessão. São assim os ciclos económicos.
Portugal encontra-se na cauda da Europa, ou seja é dos países mais pobres dentro dos países ricos. Apresenta duas cidades ao nível europeu (Lisboa e Porto) e o restante, mais retrógrado.

As oportunidades de vida esperadas, fariam bastante consoante o local de nascimento, assistindo-se a elevadas assimetrias entre o litoral e o interior, que impossibilitam a existência das mesmas oportunidades e comprometem mesmo a existência de serviços colectivos como a educação e a saúde em todo o território.
É neste sentido que se tem fechado urgências hospitalares no interior, algumas das quais recebiam em média 1 ou 2 doentes por noite, logo era bastante dispendioso. É importante reflectir sobre a situação antes de criticar. A reforma da educação é outra das medidas resultantes dos problemas educacionais que Portugal apresenta.

(Publicado por Luís Filipe e André Dias)


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Referências Bibliográficas
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COMENTÁRIO:

Inconsciência política ou Inconsistência ?

Pouca e má formação ou deformação política de base ?

Ausência do culto de comunidade social patriótica ou culto intensivo de consciência de classe social e elite política e social ?

Cultura colonial ou cultura democrática, como resultado de todo o processo educativo e escolar da formação de um adulto ?

(…)

Estas serão perguntas (entre muitas outras) que ficam por responder na tentativa de caracterizar o país e a sociedade portuguesa.

Mas uma coisa parece certa e comum a toda a comunidade de lusitanos; assim (por este caminho e esta via política e cultural) não iremos a lado nenhum de especial, que não seja o empobrecimento político, económico, social e cultural transversal a todos os portugueses.

Quase todos os investimentos feitos nos últimos 20 anos em Portugal tiveram micro-objectivos e micro-resultados estruturais, traduzindo-se num empobrecimento político e cultural preocupante; embora as aparências virtualmente espectaculares possam indicar exactamente o contrário.

Em Portugal não se fazem macro investimentos (públicos ou privados), sendo a questão cultural a mais mal tratada e reduzida, numa espécie de “imbecialização política” da sociedade; parece crucial potenciar o processo espontâneo de elitização social em detrimento da formação integral e consciente de um cidadão português, tornando-o num homem politicamente, socialmente e culturalmente bem formado, conhecedor e independente.

O futuro dos portugueses é, pois, preocupante e o caminho a seguir (na prática) está politicamente em “estado bruto” de desenvolvimento e implementação.

Perante este quadro (de facto), o provérbio popular “melhores dias virão” parece ser o mais adequado para Portugal.


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domingo, 15 de Novembro de 2009

TACHOS REAIS

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Reais ”Tachos”, na realidade.
E tudo indica ser esse o problema.

Uma modalidade de agenciamento de negócios (ou não), trata-se de uma vocação e de um princípio de vida (antes de qualquer outra coisa); e talvez uma maneira de viver essa vida.
Naturalmente, sem grandes problemas, como convém; o princípio activo de base do negócio e do empreendimento.

E a solidariedade institucional é evidente, a avaliar pelas manifestações ruidosas em público atento e curioso com as manobras.

De resto, o elitismo da “modalidade na desportiva” é contagioso e empolgante, e todos concordam com o brilhantismo do desassossego.

Mas a união destas elites é fantástica pelo seu simbolismo patriótico; que diabo, o que interessa é que trata-se de elitismo (e puro, embora construído em obras); e elites são elites, mesmo que não interesse muito do quê e porquê.
E como não se pede o brasão…
(não há problema nenhum a assinalar)

É óbvio que um “tacho” é (sempre) um sonho de qualquer criatura terrena.
Todos queremos estar bem e bem estar.
Mesmo que muito pouco façamos para tal acontecer.
E aqui prova-se que os milagres existem por levantamento desde a sua base (que é nenhuma).

Mas existem.
(e também aqui, neste ponto, há união na maioria)

Portanto, bem trabalhado o caso, constroem-se milagres de vida e boas existências.

(…)

Se o agenciamento é voluntário ?

Não necessariamente; na realidade, isso (voluntariado) é a última coisa que interessa ao processo e ao método.
E por razões óbvias.

Por exemplo, pensemos se ele (seja quem for, embora não pareça) não quiser a minha missão e o meu desígnio de vida ???
Que sarilho que seria.

Portanto (outra vez), tal não pode mesmo ser, de maneira nenhuma e nem por sombras.

Porque “EU” é que conto para todos os efeitos “Sistemáticos”, ou seja, para todos os efeitos possíveis na panóplia de variantes do Sistema.

E terei sido claro ??
(fico preocupado)



etc. ………………….


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domingo, 8 de Novembro de 2009

" MADRE TERESA DE CALCUTÁ "

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(versão portuguesa)

"Se não houver Deus - não pode haver alma - se não houver alma então, Jesus - Você também não é real."
Madre Teresa de Calcutá (Cartas, 1959)




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De:

Madre Teresa de Calcutá, também chamada Beata Teresa de Calcutá, cujo nome verdadeiro é Agnes Gonxha Bojaxhiu (Skopje, 26 de Agosto de 1910Calcutá, 5 de Setembro de 1997), foi uma missionária católica albanesa, nascida na República da Macedónia e naturalizada Indiana, beatificada pela Igreja Católica em 2002.

Considerada, por alguns, a missionária do século XX, fundou a congregação "Missionárias da Caridade", tornando-se conhecida ainda em vida pelo cognome de "Santa das Sarjetas".

Aos 12 anos, ouviu um jesuíta que era missionário na Índia dizer: “Cada qual em sua vida deve seguir seu próprio caminho”.

Tais palavras a impressionaram e se determinou a dar um sentido à sua vida, a entregar-se ao serviço dos outros: fazer-se missionária.

E já nesta idade procurou o referido jesuíta para saber como fazer isso, ao que o prudente homem respondeu que aguardasse a confirmação do tempo e da “voz de Deus”.

Seis anos mais tarde, cada vez mais convicta de sua vocação, solicitou a admissão na Congregação das Irmãs do Loreto que trabalhava em Bengala, mas teve primeiro de aprender a língua inglesa em Dublim.

De Dublim foi enviada para a Índia em 1931 a fim de iniciar seu noviciado em Darjeeling no colégio das Irmãs de Calcutá.

No dia 24 de maio de 1931, fez a profissão religiosa, e emitiu os votos temporários de pobreza, castidade e obediência tomando o nome de "Teresa".

A origem da escolha deste nome residiu no fato de ser em honra à monja francesa Teresa de Lisieux, padroeira das missionárias, canonizada em 1927 e conhecida como Santa Teresinha.

De Darjeeling passou para Calcutá, onde exerceu, durante os anos 30 e 40, a docência em Geografia no colégio bengalês de Sta Mary, também pertencente à congregação de Nossa Senhora do Loreto.

Impressionada com os problemas sociais da Índia, que se reflectiam nas condições de vida das crianças, mulheres e velhos que viviam na rua e em absoluta miséria, fez a profissão perpétua a 24 de Maio de 1937.

Com a partida do colégio, tirou um curso rápido de enfermagem, que veio a tornar-se um pilar fundamental da sua tarefa no mundo.

Em 1946, decidiu reformular a sua trajectória de vida. Dois anos depois, e após muita insistência, o Papa Pio XII permitiu que abandonasse as suas funções enquanto monja, para iniciar uma nova congregação de caridade, cujo objectivo era ensinar as crianças pobres a ler.

Desta forma, nasceu a sua Ordem – As Missionárias da Caridade.

Como hábito, escolheu o sári, nas cores — justificou ela — "branco, por significar pureza e azul, por ser a cor da Virgem Maria".

Como princípios, adoptou o abandono de todos os bens materiais. O espólio de cada irmã resumia-se a um prato de esmalte, um jogo de roupa interior, um par de sandálias, um pedaço de sabão, uma almofada e um colchão, um par de lençóis, e um balde metálico com o respectivo número.

Começou a sua actividade reunindo algumas crianças, a quem começou a ensinar o alfabeto e as regras de higiene.

A sua tarefa diária centrava-se na angariação de donativos e na difusão da palavra de alento e de confiança em Deus.

No dia 21 de Dezembro de 1948, foi-lhe concedida a nacionalidade indiana. A partir de 1950 empenhou-se em auxiliar os doentes com lepra.

Em 1965, o Papa Paulo VI colocou sob controle do papado a sua congregação e deu autorização para a sua expansão a outros países.

Centros de apoio a leprosos, velhos, cegos e doentes com HIV surgiram em várias cidades do mundo, bem como escolas, orfanatos e trabalhos de reabilitação com presidiários.

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(Sem Comentários do autor)


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domingo, 1 de Novembro de 2009

A VERDADE DOS FACTOS !!!...

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= UMA FEIRA DA LADRA ???... (à maneira DELES) =
(OU, TALVEZ, GUERRA CIVIL)
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