Terça-feira, 11 de Maio de 2010

SOU CATÓLICO APOSTÓLICO ROMANO

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de:



A Igreja Católica, chamada também de Igreja Católica Romana e Igreja Católica Apostólica Romana, é uma Igreja cristã com aproximadamente dois mil anos, colocada sob a autoridade suprema do Papa, Bispo de Roma e sucessor do apóstolo Pedro.
Seu objectivo é a conversão ao ensinamento e à pessoa de Jesus Cristo em vista do Reino de Deus. Para este fim, ela administra os sacramentos e prega o Evangelho de Jesus Cristo.
Actua em programas sociais e instituições em todo o mundo, incluindo escolas, universidades, hospitais e abrigos, bem como administra outras instituições de caridade, que ajudam famílias, pobres, idosos e doentes.
Ela não pensa como uma Igreja entre outras mas como a Igreja estabelecida por Deus para salvar todos os homens. Esta ideia é visível logo no seu nome: o termo "católico" significa universal em grego. Ela elaborou sua doutrina ao longo dos concílios a partir da Bíblia, comentados pelos Pais e pelos doutores da Igreja. Ela propõe uma vida espiritual e uma regra de vida aos seus fiéis inspirada no Evangelho e definidas de maneira precisa.
Regida pelo Código de Direito Canónico, ela se compõe, além da sua muita bem conhecida hierarquia ascendente que vai desde do simples diácono ao supremo Papa, de vários movimentos apostólicos, que comportam notadamente as ordens religiosas, os institutos seculares e uma ampla diversidade de organizações e movimentos de leigos.
Desde o dia 19 de Abril de 2005, a Igreja Católica é liderada pelo Papa Bento XVI. Nesse mesmo ano, ela contava aproximadamente com 1115 milhões de membros (ou seja, mais de um sexto da população mundial e mais da metade de todos os cristãos, distribuídos principalmente na Europa e nas Américas mas também noutras regiões do mundo). Sua influência na História do pensamento bem como sobre a História da arte é considerável, notadamente na Europa.

Segundo o Catecismo de São Pio X, a doutrina católica "é a doutrina que Jesus Cristo Nosso Senhor nos ensinou, para nos mostrar o caminho da salvação" e da vida eterna.

"As partes principais e mais necessárias da Doutrina [...] são quatro: o Credo, o Pai-Nosso, os Mandamentos e os Sacramentos".
A Igreja Católica acredita que todas as coisas que ela acredita foram sendo gradualmente reveladas por Deus através dos tempos (nomeadamente ao longo do Antigo Testamento), atingindo a sua plenitude e perfeição em Jesus Cristo (que anunciou definitivamente o Evangelho à humanidade), que é considerado pelos católicos e cristãos como o Filho de Deus, o Messias e o Salvador do mundo e da humanidade.

Na sociedade ocidental, mas não ao nível mundial, a Igreja Católica, como muitas outras denominações cristãs, assistiu a um rápido declínio na sua influência global no fim do século XX.
Crenças doutrinárias rígidas em matérias relacionadas com a sexualidade humana são pouco atraentes num mundo ocidental secularizado onde a diversidade de práticas sexuais e a igualdade dos sexos são norma.
A Igreja Católica Apostólica Romana, anteriormente influente nesta parte do globo terrestre, perdeu muita da sua influência, principalmente em lugares onde em tempos desempenhou um papel de primeira importância, como o Quebec, a Irlanda ou a Espanha.
A generalidade da população abraçou a ideia do secularismo e tentou diminuir a influência da Igreja na sociedade. Ao mesmo tempo, no entanto, o Catolicismo, principalmente o latino, vem experimentando uma dramática adesão em África e em partes da Ásia.
Ao passo que em tempos os missionários católicos romanos oriundos do Ocidente serviam como padres em igrejas africanas, em finais do século XX havia um número crescente de países ocidentais que já recrutavam padres africanos para contrabalançar a redução nas suas próprias vocações.

A Igreja Católica, é uma das instituições mais antigas do mundo contemporâneo.
Simultaneamente, ela é uma das mais controversas, porque ela "revela-se muitas vezes [...] em oposição ao que parece ser o conhecimento vulgar dos nossos tempos" e porque ela insiste sempre que "a fé envolve verdades, que essas verdades envolvem obrigações e que essas obrigações exigem certas escolhas".
Por essa razão, a Igreja Católica, "vista do exterior, [...] pode parecer de vistas curtas, mal humorada e atormentadora - o pregador azedo de um infinito rosário de proibições".

Historicamente, as críticas à Igreja Católica já tiveram muitas formas e partiram de diversos pressupostos ao longo das gerações. Algumas vezes essas críticas tiveram grandes consequências, como as contestações morais e teológicas de Martinho Lutero no século XVI, que levaram ao nascimento do protestantismo.

Actualmente, as críticas são frequentemente dirigidas, como por exemplo, à idolatria, à ética católica sobre o casamento (que não aceita o divórcio), sobre a Vida (que não aceita o aborto, a eutanásia, o uso de contraceptivos artificiais e a utilização de células-tronco embrionárias para fins científicos) e sobre a sexualidade (que não aceita o sexo pré-marital, a homossexualidade e o uso de preservativos).
Estas questões ético-morais continuam a gerar muitas polémicas e controvérsias.

Nos tempos modernos, a própria crença em Deus e as inúmeras regras ético-morais da Igreja são também duramente criticadas como sendo obstáculos para a verdadeira libertação, progresso e realização do Homem.

A origem da Igreja e da Bíblia, a vida de Jesus (com particular destaque às teorias sobre Maria Madalena) e a paradoxal compatibilidade entre a existência de Deus e a existência do mal e do sofrimento são também questionadas.
Recentemente, a questão teológica da "unicidade e universalidade salvífica de Jesus Cristo e da Igreja [Católica]" e a definição teológica de que a Igreja Católica é a única Igreja de Cristo continuam a suscitar várias polémicas e desentendimentos. Apesar destas duas crenças, a doutrina católica nunca negou a salvação aos não-católicos.

Questões mais disciplinares da Igreja, como a hierarquia católica, o celibato clerical e a proibição da ordenação sacerdotal às mulheres são também temas muito debatidos na actualidade.

Outras controvérsias que a Igreja está ou esteve metida incluem o mediático e actual caso do abuso sexual das crianças por padres, as históricas acções opressoras e violentas das Cruzadas e da Inquisição (que perseguiu os hereges, os judeus e alguns cientistas), o seu suposto envolvimento com os regimes não-democráticos e as acções "desatinadas" de alguns missionários católicos durante o período colonial na África, na Ásia e na América.

A relação entre a Igreja e a Ciência não foi fácil e está recheada de controvérsias passadas e já resolvidas, como a questão da perseguição de certos cientistas e teorias (ex: os casos famosos de Galileu Galilei e do evolucionismo darwiniano).
Apesar de a Igreja defender, a partir do século XX, uma reconciliação com a Ciência (aceitando, como por exemplo, a possível veracidade das teorias do Big-Bang e do evolucionismo), ambas as partes continuam a discordarem-se em questões mais teológicas relacionadas com a infalibilidade e a autenticidade da Revelação divina contida nas Escrituras e na Tradição oral; com a negação da existência de Deus e da alma (e da sua imortalidade); com os momentos exactos do princípio e do fim da vida humana; e com as implicações éticas da clonagem, da contracepção ou fertilização artificiais, da manipulação genética e do uso de células-tronco embrionárias na investigação científica.

Algumas das controvérsias já actualmente resolvidas foram, em parte, solucionadas através do reconhecimento por parte da Igreja Católica de que erros graves foram cometidos pelos seus membros.
No Jubileu do ano 2000, a Igreja pediu perdão pelos actos que considerou errados cometidos pelos seus membros.


...”

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O MEU CADERNO DE PENSAMENTOS:


Sou Católico Apostólico Romano.

Não tenho nem nunca tive qualquer espécie de dúvida ou equívoco sobre esta questão fundamental nesta (nossa) moderna sociedade ocidental, onde predominam valores políticos e sociais chamados democracia, pluralismo, liberalismo, igualdade de género e de raça, progresso social e crescimento económico.

Portanto, não há paraísos em Terra.

E que ninguém tenha alguma dúvida sobre esta questão global, fundamental à sobrevivência do homem no seu planeta.

De facto, e aparentemente, no “Paraíso do Senhor Santo Deus” não serão necessários exércitos (de salvação ou não), polícias, bombeiros, médicos e enfermeiros, farmácias e mercearias, e muito menos hipermercados; tão pouco haverá impostos, responsabilidades ou contas por pagar, e por isso mesmo será o Paraíso.
E ao contrário do que dizem alguns profetas do pensamento não haverá sexo, porque não é preciso fazer filhos; tal evento é assegurado em permanência por remessas vindas de Terra.

(...)

E isto digo eu, porque tenho a minha certeza que deve ser assim.

(e vou ficar com esta dúvida ainda durante alguns bons anos, segundo a informação das últimas estimativas)

(...)


Portanto, é preciso “a Gente” ter cuidado com a (nossa) “vidinha” humana e terrestre, e deixar a (nossa) Reforma das Preocupações para o foro político dos “Anjos” só quando chegarmos (de facto) ao Céu, e se for do lado do Paraíso.
(porque haverá outras alternativas menos agradáveis que convidam ao silêncio)

(...)

E eu tenho a obrigação de esclarecer que este texto, de aparência uma brincadeira, é das coisas mais sérias que terei escrito “nos últimos tempos”.
E digo isto porque vejo as pessoas interrogarem-se com a natureza de tantos problemas, tantos “acidentes” e tantas anormalidades que nos atormentam o espírito, e não sonham (provavelmente) que a “Causa das Coisas” começa (e acaba) na sua Falta de Fé Católica Apostólica Romana.
Porque o Absentismo Religioso será uma das maiores correntes de “fé” (também ela) que percorre na actualidade a humanidade.

As pessoas comuns (politicamente falando) estão perdidas ou desorientadas, e são facilmente manipuláveis por “agentes desportivos profissionais” que modelam a nossa geografia política e estratégica pós-moderna.

E tudo acontece assim, desta forma, porque as pessoas não têm Fé Católica Apostólica Romana (...); não perseguem o desígnio de Jesus Cristo, Filho de Deus, na sua forma ideológica e espiritual, e tornam-se seres amorfos, números de estatística política, “bichos” de um jardim zoológico que, na realidade, é uma selva predadora.
(ou seja, não existem enquanto cidadãos e pessoas de facto e de direito)

(...)

Se tudo neste raciocínio é um acto de crença psicológica e idiomática ???...

Talvez sim talvez não.
Com a garantia que “Tudo Isto” é um Fenómeno Iminentemente Político.

(e curiosamente, metodicamente estudado por militares na sua arte, ofício e ciência)


(...)


Aqui fica, pois, mais um depoimento sobre a (nossa) vida, e um pensamento generoso de boas intenções e melhor atitude.

Para mais tarde recordar:
Fé Católica; Fé em Deus; Fé nos Homens e na Humanidade;


Um abraço;




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(end of the item)

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