Quinta-feira, 3 de Junho de 2010

EU - A EXALTAÇÃO DE MIM

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'Aprendi que um homem só tem o direito de olhar um outro de cima para baixo para ajudá-lo a levantar-se'


(Gabriel Garcia Márquez)


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O Narcisismo (em causa política e económica) parece ser a “causa das coisas” do mal da nossa sociedade moderna.


É esta a origem do egocentrismo político, da intolerância social e racial, dos conflitos políticos entre classes sociais, da violência (de uma maneira geral) e dos problemas de segurança e defesa que ameaçam o Estado.


Uma questão, portanto, preocupantemente interessante para a comunidade.


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Pessoalmente, sempre encontrei qualidades no narcisismo por antítese a estados e a pessoas depressivas; inclusive, o narcisismo parece ser uma boa escolha de personalidade e de alma para um homem.

“Gostar de Si Próprio” parece ser muito saudável para qualquer cabeça, considerando à parte a questão da inteligência.


[ ou por outras palavras, poderá ser o narcisismo um sinal exterior de inteligência, ou antes pelo contrário ?... ]


Eu acho que nem uma coisa nem outra, porque tal parece ser uma boa resposta.


Porque uma cabeça doente (em principio, depressiva) poderá ser a de um homem bastante inteligente.

E parece óbvio que um homem mentalmente saudável pode ser pouco inteligente.


Portanto, a (tal) questão será saber se um narcisista é um homem (muito) saudável ou não;

E aqui esta questão torna-se polémica.


É possível “inventar” uma profusão de argumentos (variados e de grande imaginação) para provar que quanto maior e mais forte for o narcisismo de um certo indivíduo maior será a sua pujança mental e “intelectual.


O que é uma afirmação manifestamente falaciosa.


Prova-se (com grande nitidez política resultante de uma experiência diária acumulada e global) que, em excesso, o narcisismo pode criar problemas muito graves de saúde política e social.


Normalmente, quem transpira em público os (seus) argumentos políticos narcisistas (privados) “agarra-se” a conceitos de identidade política e social próximos da temática de Pátria e de Nação, cruzando-os naturalmente com a tipologia da sua personalidade; depois (na sequência da sua acção), cria e caracteriza modelos ou estereótipos de intervenção pelo comportamento radical (narcisista) na sociedade, e faz isso porque precisa de expandir o ego de uma “pessoa que se adora”, sempre insatisfeita com qualquer das situações de vida e da sua existência numa sociedade politicamente organizada.


E os “Ambientes” envolvidos nesta tipologia tipo de comportamento humano projectam-se na política, na economia e na sociedade envolvente com grande impacto.

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De forma muito simples inventam-se, pois, verdadeiros movimentos de cariz político e social de intervenção junto da sociedade (da mais variada gama, forma e feitio) e de activismo político radical no seio do Estado;
Que resiste com dificuldade a “ideais” de concepção política reclamados como nacionalistas.


O resultado é complicado e frequentemente preocupante;

E difícil de resolver.

Porque este assunto “não tem discussão”.


Na medida desta referência, este “dilema” é um problema para especialistas.


[que materializam um trabalho atento a tempo inteiro]





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(end of the item)

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