Quinta-feira, 10 de Junho de 2010

J2 - CONCORRÊNCIA ESTRATÉGICA


....................
10 de Junho - Dia de Portugal

....................
Existem várias versões sobre este assunto.

Num mercado necessariamente livre, o sistema operativo de Segurança e Defesa Nacional adoptado pelo Estado de Direito não deve conceder privilégios exclusivos a um grupo escolhido pela acção de uma doutrina, credo, religião ou moral.

(ainda que seja a moral e os interesses do Povo Português que estejam sentados no prato da balança da Justiça Popular Política em voga nos tempos que correm nesta Ditadura Mass Media)


De resto, todo este processo de concessão de exclusividade da “licença” ao grupo de “doutores” irreverentes no método e recentes na experiência pioneira, parece enleado num novelo de equívocos e interesses pessoais, numa espécie de retorno histórico à transacção bancária de favores do Estado a amigos clientes especiais.


(…)


Quando penso neste enredo de usos e costumes políticos, ocorre-me sempre a “dança da mesa” de um bar típico num bairro de Lisboa.

(o qual, neste tempo contemporâneo, recordo com frequência sempre que olho para a “boca de cena” com o pormenor necessário para ver a fisiologia do palco político, as habilidades circenses e a população do ecossistema)



Mas “falando” a sério do meu pensamento, parece ser razoável aceitar que deveriam existir critérios políticos públicos para a definição (e escolha) de um determinado “grupo” (habilitado) para a prestação do “Serviço Público de Inteligência” ao Estado de Direito Português.


Porque não parece razoável que o “Serviço de Estado” (de qualquer natureza, e muito menos no seu âmbito Nuclear) seja entregue (por razões pessoais e privadas duvidosas) como uma mera propriedade privada a um grupo privado de pessoas;
Os quais, entretanto, são devidamente bonificados com esse especial evento para poderem usufruir “completamente” de um cargo público do Estado para desempenharem as suas “funções apolíticas próprias e muito pessoais” definidas por um editor “escolhido a dedo político”.


Mas é isso que temos e é isso que acontece; este negócio dos interesses políticos do Estado na área “J2” (Inteligência Militar) é entregue a um grupo privado num “Contrato de Exclusividade” de Acerto Directo e Interesse Corporativo, sem qualquer critério operacional ou concurso público, por concessão gratuita e por razões políticas inconfessáveis, simultaneamente, públicas e privadas.


E sempre (o que consegue ser mais grave) como uma transacção de favores político-partidários privados de natureza iminentemente “bancária” na qual a Propriedade e o Interesse Crítico do Estado são o alvo do negócio.


Situação esta que resulta em alto rendimento político e financeiro (sob a forma de dinheiro vivo e não só) para as partes outorgantes envolvidas na negociação (incrivelmente particular) que envolve o Património do Estado; para além de estar em causa a Gestão da Propriedade Pública, que (desta forma) se torna numa espécie de coutada política exclusiva para grupos políticos de cidadãos portugueses.





(etc. …………)
..............................................................
(end of the item)

0 comentários: