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O Nome deste espaço de escrita tem uma razão de ser e um fundamento;
Na realidade até serão dois os motivos de tal “imagiologia” do pensamento;
Por um lado, a minha ascendente directa (uma querida mãe de berço e amor) Geriu naquele “Lugar” (em saudosos tempos idos) uma loja de animações e jogos 3D na área temática de política económica;
Numa segunda visão desta questão, a Política e a Moda Corruptiva respectiva pegaram em grande estilo (com o balanço do citado motor de arranque) numa marcha explosiva e “violenta” de motor de alta potência e “cavalagem”.
Feira da Ladra, portanto.
(…)
A metáfora da situação política actual em Portugal com a fisiologia desta Feira é de tal ponto fiel e esclarecedora que poderia ser desnecessário acrescentar mais comentários adicionais.
“Feira da Ladra” é, de facto, um símbolo sintomático perfeito para a política e para os políticos portugueses.
A nossa situação é de tal ponto caricata que os "eventos políticos" metem impressão e alergia ao mais insensível dos metálicos observadores;
O divórcio é total e completo, as instituições políticas estão em (auto)gestão numa dinâmica de interesses pessoais, corporativos e privados, a Causa e a Ideologia do Sonho Português entraram em colapso (radical) próprio de um estado de choque cardiogénico severo;
O Projecto Político da Política e dos Políticos Portugueses “Faleceu em Combate” e os seus intérpretes requereram o respectivo Processo de Pensão de Preço de Sangue por Feitos e Heroísmo em Combate.
(…)
E sempre que se “fala” em problemas solicita-se à nossa melhor imaginação a relação de soluções.
E eu não tenho grandes dúvidas que elas existem com toda e grande certeza;
Só será preciso (muita) imaginação e boa vontade de missionário para causas perdidas;
Mas por agora parece nítido só nos restar continuar a marcha e o “caminho” da razão e da lei legítima do Estado, da integridade do raciocínio político, da verticalidade e honestidade do procedimento, da dignidade pessoal e moral da cidadania consciente numa comunidade de homens e mulheres que comungam uma história e uma cultura comuns, resultado desse pequeno pormenor de terem nascido no mesmo território pátrio e falarem uma mesma língua comum.
(…)
Pós Escrita:
Parece não haver nada de novo e de especial para perceber;
Parece que tudo é óbvio, se por acaso não o fosse;
Parece que não temos (grandes) dúvidas;
Em Portugal e na sua Política só existe uma “Coisa” séria para seguir e respeitar “de perto” com fidelidade e empenho – o Estado Português e a sua legitimidade política, democrática e jurídica.
(etc. ..............…)
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(end of the item)
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